[GRÉCIA] Fim do jugamento do plano de fuga da CCF: mais 115 anos de prisão para cada companheirx.

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Nota de Cumplicidade:

A vingança politico-judicial do estado grego para com xs compas da CCF não nos surprende. Apenas mandamos um salve cheio de força e carinho para xs compas em guerra dentro das prisões gregas… porque sabemos que sua saída ás ruas será tomada pelo caminho rebelde da fuga… vamos companheirxs que o dia chegará…

Retirado de Sin Banderas ni Fronteras e traduzido ao português

Fim do jugamento do plano de fuga da CCF: mais 115 anos de prisão para cada companheirx.
Hoje terminou o jugamento pela tentativa de funga de dez companheirxs membrxs da conspiração das celulas de fogo. Cada um delxs foi condenadx a 115 anos de prisão, sob acusação de participação a organização terrorista, tentativa de assassinato, porte e fornecimento de armas de fogo, explosivos e explosões que “coloca em risco a vida humana”, roubo de veiculos e tentativa de fulga.
Se trata  de uma nova pena vingativa contra nossxs companheirxs, com essa senteça lida pela juiza A. Y Fanty, que agora soma a um total de quase 1500 anos de prisão ao grupo de membrxs da organização:

Gerasimos Tsakalos
Christos Tsakalos
Giorgio  Polydoros
Olga Economidou
Theofilos Mavropoulos
Panagiotis Argyrou
Giorgio Nikolopoulos
Damianos Bolano
Haris Hatzimichelakis
Michalis Nikolopoulos

A companheira Angeliky Spyropoulo foi sentenciada a 28 anos prisão sob as acusasões de pertecer a organização terrorista, porte de armas e fornecimento de explosivos.

Athena Tsakalos, mãe dxs companheirxs Chirstos e Gerasimos Tsakalos, foi absolvida de todas acusações, assim como Evi Statii, a companheira sentimental de Gerasimos.

Chistos Polydoros, irmão do membro da CCF Giorgio Polydoros, foi condenado a seis anos acusado de ser membro da organização;
Outrxs quantro acusadxs foram condenados a 6 anos pela mesma acusação
Outros dois acusadxs foram condenados por porte de fusil e explosivos;
Outrxs quatro acusadxs foram condenados a penas de 27 e 28 anos acusadxs de serem membros da organização, e por fornecimento e porte de armas e explosivos.

Fabio Dusko, prisonero solidário que colaborou com a tentativa de fuga, foi condenado a 8 anos.

Christos Rodopoulos, detido no dia 28 de fevereiro de 2016 e conduzido a uma prisão do tipo C (De Máxima segurança) em Domoko, foi condenado a 75 anos. Ele enfrentava, entre outras acusações, o de participação em organização terrorista.

O ex  membro da organização guerrilhera marxista Christos Xiros foi condeanado a 65 anos. A este individuo xs companheirxs da CCF lo deram ajuda depois de fugir da cadeia em 2014 logo após obter “permisão” para sair fora da cadeia. Com sua prisão no começo de 2015 se descobre o plano de fuga da CCF e prisão de Anggeliky. Posteriormente, xs companheirxs da CCF assumiram  que foi um erro aver confiado nele.

Teve uma forte presença  de companheirxs solidarios desde de manhã cedo, mesmo com a proibição inicial da policia que não queria permitir a entrada a sala.
Ao final da leitura da sentença foram lançados panfletos e slogas solidarias.

 Hoje mais que nunca… solidariedade e ação insurrecta contra o poder e suas prisões!

 

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[SP] CONVOCATÓRIA PARA ENVIO DE FILMES: V FESTIVAL DO FILME ANARQUISTA E PUNK DE SP

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A quinta edição do Festival do Filme Anarquista e Punk de São Paulo acontecerá no primeiro final de semana de dezembro de 2016, com exibição de filmes, debates, oficinas, exposições, e outras atividades. Você pode participar inscrevendo seu filme pelo formulário em anarcopunk.org/festival, ou enviar propostas de outras atividades pelo email festival@anarcopunk.org.

PERÍODO DE INSCRIÇÕES: ATÉ 15 DE AGOSTO

Aguardamos suas idéias para que possamos construir coletivamente mais este Festival!

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[SÃO PAULO-SP] INÍCIO DO CICLO 80 ANOS DA REVOLUÇÃO ESPANHOLA

Recebido no email:

CARTAZVIVER

Em 19 de julho de 1936, homens e mulheres com armas na mão, saíram às ruas de toda a Espanha para impedir um golpe militar coordenado pela direita militarista e clerical. A partir deste dia, há oitenta anos inciava-se uma das experiências revolucionárias mais profundas e intensas: a economia no campo e nas indústrias foi organizada pelos próprios trabalhadores, sem chefes ou patrões; a questão da emancipação feminina foi posta como ponto central na luta pela emancipação social; e a educação foi reorganizada em busca da libertação e não mais da opressão.

Para relembrar a Revolução Espanhola e discutir a importância do seu legado, a Biblioteca Terra Livre organiza o “Ciclo 80 anos da Revolução Espanhola”. Serão três exibições de vídeos seguidas de debate em três datas diferentes.

O início do ciclo será no dia 19 DE JULHO, TERÇA-FEIRA, às 19h, com a exibição de “Viver a Utopia”, documentário com entrevistas de participantes da Revolução Espanhola.
Após a exibição, haverá debate sobre a Revolução Espanhola, com a Biblioteca Terra Livre.
ONDE: Espaço Cultural Mané Garrincha (Rua Silveira Martins, 131, sala 11 – próximo a saída Poupatempo do Metrô Sé, São Paulo, SP).

OUTRAS ATIVIDADES DO CICLO 80 ANOS DA REVOLUÇÃO ESPANHOLA

25 DE JULHO“A língua das mariposas” – filme inspirado nas práticas pedagógicas anarquistas que ocorreram na Espanha. A CONFIRMAR

31 DE JULHO“Indomáveis” – documentário sobre as “Mujeres Libres”, grupo especificamente feminino que atuou na Revolução Espanhola. Domingo, às 15h no CDC City Lapa – (Rua Sepetiba, 660, Lapa – São Paulo, SP).

Venha participar!

_BIBLIOTECA TERRA LIVRE_

bibliotecaterralivre.noblogs.org

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[POA] Quinta 21 e Sábado 30. Ciclo de Atividades contra a civilização

Recebido no email:

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blog da biblioteca Kaos: bibliotecakaos.noblogs.org

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[PARAGUAI] CHAMADO ANARQUISTA A SOLIDARIEDADE COM XS PRESXS POLÍTICXS DE CURUGUATY

Recebido no email:

NO ANO DE 2012, EM PLENO GOVERNO “DE ESQUERDA” NO PARAGUAI SE DÁ LUGAR A UM DOS FEITOS SOCIOPOLÍTICOS MAIS TERRÍVEIS QUE SE TEM MEMÓRIA NA HISTÓRIA DA MAL CHAMADA TRANSIÇÃO DEMOCRÁTICA.

Em 15 de junho do mencionado ano amanhecíamos com a notícia de que ocorreu um suposto enfrentamento entre camponeses e policiais na cidade de Curuguaty, departamento de Canindeyú. Nesse dia, no marco da luta pela terra, caíram mortos camaradas camponeses em uma operação policial que serviu de argumento ao posterior golpe parlamentar que destituiu, através de uma aliança do PLRA e da ANR, o governo socialdemocrata de
Fernando Lugo.
A partir dali, vimos a prioridade de prestar solidariedade ativamente nas ruas com os familiares das vítimas e sobreviventes do massacre, enquanto que uma parte da população se fazia de surda e a outra dedicava sua atenção na análise política da situação.

Hoje em dia, a quatro anos do ocorrido, 11 companheirxs responderam processos e foram julgados por acusações como associação criminosa e homicídio doloso, obtendo sentenças de quase 30 anos sem sequer uma prova que demonstrasse a “culpabilidade” pela morte dos seis policiais.
Como anarquista, temos participado, junto com outros companheirxs, na medida do possível, em espaços e ações com o objetivo de buscar a liberdade desses companheirxs, vítimas e sobreviventes do terrorismo de estado patrocinado pelos poderes fáticos, que uma vez mais, não satisfeitos em lhes roubar a vida de seus entes queridos, querem prende-los para que não venha à luz a verdade sobre toda essa montagem.

Enquanto nos mobilizamos localmente convidamos desde já os companheirxs anarquistas, insurretxs e rebeldes do mundo para se informarem e realizarem ações na medida de suas possibilidades nas embaixadas paraguaias de seus países, com o fim de gerar uma pressão pela busca da nulidade deste processo.

Desde o Paraguai saudamos a todxs xs presxs e companheirxs perseguidxs ao redor do globo!

LIBERDADE AOS PRESXS DE CURUGATY!!!

_INSURGÊNCIA URBANA ANARQUISTA_

Fonte:
http://periodicoellibertario.blogspot.com.br/2016/07/paraguay-llamado-anarquista-la.html

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Declaração política de Spyros Mandylas Julgamento pela primeira invasão policial à ocupação Nadir

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Recebido no email: Texto traduzido do Inglês pela Biblioteca Kaos:

PJ: juíz

S.M. Spyros Mandylas

PJ: Diga-nos, em relação ás acusações contra você, o que tem para declarar?

S.M. Primeiramente, e antes de dizer algo mais, quero esclarecer que a moça Ks.K. quem foi detida comigo, não tem nada a ver com o processo. Pela minha própria escolha, sou eu quem assumirá toda a culpabilidade. Conheci Ks. no caminho à Nadir, e só porque os policiais estavam esperando que eu estivesse dentro da Okupa para fazer a invasão, ela foi detida junto comigo. Ressalto isso, desde o inicio, para que seja tomado em consideração.Em quanto às acusações, assumo algumas delas, outras não.Mas, antes de começar a falar sobre isto tudo, gostaria dizer uma coisa sobre a okupa Nadir. Eu assumo a responsabilidade política pela Nadir desde 2004 até agora. As ações políticas da Nadir, em todos estes anos, são muitas e diferentes. Temos realizado eventos, concertos, troca de idéias, temos organizado protestos, estávamos hospedando a emissora de rádio Radio-Revolta, fizemos uma variedade de ações na cidade e também temos publicado alguns livros.Os espaços da okupa são o bar, o estudo de ensaio e gravação, a academia, o jardim, a biblioteca com centos de livros e um muito grande acervo, a sala de computação, a cozinha, a garagem e o espaço para os convidados.Terão apercebido que eu não trouxe testemunhas para me defender. Acredito que não tenho que fazê-lo. Também não vim a apresentar os meus diplomas de formação, certidões de trabalho, nem de propriedades. O meu acionar político desde 2004 até agora será minha defensa.

P.J. Esse é o protocolo, trazemos documentação para mostrar quem somos… essas são as regras.

S.M. Aqui, eu estou sendo acusado por ser anarquista e não por ter ou não uma certidão. Alias, realmente, se alguém tem um diploma, isso prova alguma coisa? Os piores crimes foram feitos por pessoas com diplomas… Eu trouxe três pastas com as ações da Nadir. A primeira contem os textos que temos escrito como Okupa Nadir. A segunda, contem alguns cartazes da okupa e a terceira contem alguns textos e ações da Nadir em relação à invasão policial da okupa.Outro assunto que quero mencionar é que ao longo dos últimos 6 anos estou sendo alvo constante do Estado por conta das minhas ações políticas. No final das contas, sou o principal indiciado de todos os ataques surpresa que o Estado teve contra a Nadir. É de se notar que faz ao redor de 3 anos atrás fui detido e acusado de realizar 4 ataques (do projeto Fénix) e de participar da CCF. Com prova nenhuma. Mas, por este fato fui encarcerado por 18 meses na prisão de Korydallos. Agora fui absolvido por três desses ataques, e no julgamento que está para acontecer nos próximos dias em Atenas, serei completamente absolvido. O porque eu estou dizendo tudo isso? Para demonstrar o complot do Estado contra os anarquistas.

P.J. Leio, aqui, uma parte do livro de Alfredo Bonanno, “O Prazer armado”, o qual foi publicado pela sua Ocupação: “Rápido companheiro, atira na policia, no juiz, no chefe. Agora, antes que uma nova polícia te freie… Apressura-se em brincar. Apressura-se em te armar.” Você concorda com este estrato?  

S.M. Uma das características da anarquia é a sua multiformidade. Eu concordo com a violência revolucionaria armada.

P.J. Fale-nos das acusações especificamente.

S.M. Vejamos, no tema da organização criminal… mais ou menos os fatos conhecidos… Desde  2008, e após, em dúzias de processos que tinham mais de dois suspeitos, sou acusado de comportamento ilegal, sou chamado pela policia por processos de organização criminal. Você tem consciência de todo isto, vocês são os juízes em Tessalónika, estas operações tem sido executadas pelo comandante da policia, Athina Pazarlis, e sua gang de informantes.

No que tem a ver com Nadir, não é uma organização criminal, porque se nós desejáramos montar uma organização criminal, simplesmente teríamos achado um esconderijo e um contador para a lavagem de dinheiro.

Mas o que é a Nadir? Nadir é um espaço aberto, dentro da morada dos estudantes universitários em Tessalonika. A razão pela qual este espaço foi escolhido é muito especifica. Nós queríamos estar entre um grupo grande de pessoas (pessoas jovens) com a intenção de, desde aí, conseguir a melhor difusão da anarquia possível. O que nós queremos dizer quando falamos de espaço aberto? Definimos desta forma um espaço que desde que fora liberado das suas características anteriores tem retomado como base as valorações da anarquia, auto organização e anti hierarquia. É um espaço contra os poderes como o do Estado e o dos chefes. Neste espaço, pode entrar qualquer um, exceto os inimigos da liberdade. Por inimigos da liberdade a gente se refere aos políticos, fascistas, policiais, sexistas, juízes, etc. Você, por exemplo, você não pode entrar neste espaço aberto. Você manda pessoas à prisão.  Agora que estamos falando de espaços abertos – okupas, acho oportuno dizer algumas coisas mais. O espaço que nós tínhamos okupado era um espaço abandonado. Obviamente, este fato tem relação com a falta de ingressos nas universidades gregas, mas também com o fato de que numa construção, que supostamente poder albergar 600 universitários, existem naturalmente, espaços que não estão sendo aproveitados.

Em todo caso, quero dar ênfase na importância da existência duma okupação. Uma Okupa anarquista tem que existir por enquanto estejam aí as razões que motivaram sua apertura, é dizer, por enquanto existam o Estado e a autoridade.

E no que tem a ver com as práticas da Radio-Revolta, sobre as quais também assumo a responsabilidade política pelo período no qual esteve participando dela, o assunto é o mesmo que venho mencionando. Tínhamos a necessidade de nos expressar e começamos a armar uma estação de radio anarquista.  Juntamos 3000 euros organizando um concerto de 3 dias e trouxemos os aparelhos que precisávamos para fazer a transmissão “pirata”. Transmitimos como “piratas” por duas razões. A primeira é porque não reconhecemos nenhuma plataforma emissora (Hellenic Telecommunication e Post Commission), e a segunda razão é que a permissão de transmissão pode ter um custo de mais de 50.000 euros. Acredito que vocês também estão informados de toda a situação que aconteceu por conta dos direitos de transmissão.   Outra acusação que encarei foi a de provocar dano físico no policial Pantelis Xanthiakos. E realmente, aceito isso. O incidente aconteceu assim: a Nadir estava rodeada por uma variedade de forças policiais e por um grupo de 30 informantes, os quais estavam usando capuchas que cobriam seus rostos, capacetes, jaquetas de motoqueiro, casacos grossos, eles seguravam machados e martelos no momento em que invadiram à okupa. Na linha de frente de todos eles, estava o policial Xanthiakos. Eu segurei uma bandeira e comecei a bater em quem estivera invadindo minha okupa.

Outra coisa que eu gostaria falar é sobre a verdadeira razão pela qual a Nadir foi invadida. Os incêndios provocados e os ataques às delegacias policiais foram só pretextos que os policiais usaram para invadir à okupa.  O que realmente incomoda ao Estado é a solidariedade que temos mostrado com organizações armadas e presos anarquistas, o fato de que com nossa estação de radio quebrávamos a tranqüilidade da cidade e o monologo da autoridade. Vocês consideram-nos  criminosos. Nós acreditamos que criminosos são o Estado, os juízes, a polícia.       A repressão contra as práticas de okupação anarquista mostra só uma coisa: que as okupações são perigosas para a autoridade.

Spyros Mandylas

Membro da Okupa  Nadir

3 de junho, 2016

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Reino Unido Projeto Fênix: Ataque incendiário contra o deposito de carros da policia.

Recebemos no email e traduzimos:

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Célula de Chuva- FAI/FRI

Projeto Fénix 2016 #2 (*)

Assumimos a responsabilidade de um ataque incendiário realizado no dia 28 de junho de 2016 em contra de carros da polícia armazenados no seu deposito situado em Poplar Way East, Avonmouth, Bristol. O deposito também armazena as unidades antidisturbios, furgonetas de tele-vigilância, pessoal de apoio e de vez em quando carros militares.

Dedicamos a ação aos membros encarcerados da Conspiração de Células de Fogo e Aggeliki Spyropoulou, assim como axs acusadxs pelo caso da tentativa de fuga.

Esta ação é para xs companheirxs presxs no Reino Unido, na Grécia, Chile, Rússia, Polônia, França, República Checa, Espanha, Itália e em tudo o mundo.
Guerra ás “cidades inteligentes” e a sociedade carcerária.

Que viva a anarquia e o selvagem

Célula de Chuva- FAI/FRI

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[Portugal] Chamada de solidariedade com as anarquistas acusadas de assaltos a bancos em Aachen

Retirado de ContraInfo:

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Solidariedade com as anarquistas detidas no decorrer da investigação a vários assaltos a bancos em Aachen, na Alemanha

No decorrer das últimas semanas, várias pessoas foram detidas em Espanha e na Holanda sob ordem da polícia criminal alemã. Uma pessoa foi já extraditada para a Alemanha, outra encontra-se detida em Holanda. A investigação está relacionada com vários assaltos a bancos em 2013 e 2014 na cidade de Aachen.

Serão culpadas ou inocentes? Numa sociedade que tende cada vez mais para uma ditadura do dinheiro e do controlo, não queremos verdadeiramente saber sobre os veredicto dos seus tribunais. O Estado e o seu sistema judicial sempre provaram ser vigorosos cães de guarda da ideologia dominante, sempre marginalizando, punindo, prendendo, torturando ou mesmo assassinando quem se opõe a ele conscientemente, ou apenas quem não seja para ele lucrável, sendo, por isso, descartável.

Os nossos corações e pensamentos estão com quem procura novos caminhos, com quem escolha não ser escravo do statu quo e tente descobrir as possibilidade práticas dessa escolha. Com quem lute contra as diferentes formas de autoridade e ataque as estruturas e instituições que tornam a opressão dos pobres e dos indesejáveis cada vez mais real.

De todos os lados, a dominação sabota quem vive livre e autodeterminadamente. Lutemos por reconquistar a nossa liberdade sabotando a dominação.

LIBERDADE PARA AS COMPANHEIRAS
LIBERDADE PARA TODO/AS

Em solidariedade, prosseguimos…

Portugal, início de julho de 2016

solidaritatrebel.noblogs.org // solidariteit.noblogs.org

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